domingo, 29 de agosto de 2010

RESUMO DA OBRA "A HORA DA ESTRELA"

A Hora da Estrela
             Clarice Lispector

          A autora Clarice Lispector faz parte da "geração de 45", um novo estilo literário dentro ainda da proposta moderna iniciada no Brasil na década de vinte, uma literatura que vai trabalhar o ser interior, suas idéias mais íntimas, seu universo psicológico.
          Clarice está imersa nessa literatura como parte fundamental, seus romances e contos deslocam o leitor para o mundo interior de suas personagens. Em primeira instância está o pensamento, a realidade exterior é apenas o pano de fundo nos textos da autora, ela usa fatos cotidianos que dentro da narrativa não tem um significado maior, o interesse está nas sensações da personagem diante deles.
          "A hora da estrela" é um de seus romances de grande destaque, onde nos apresenta um jornalista-escritor que vai discutir a existência inconsciente através de uma nordestina que vive na cidade do Rio e Janeiro, ela é na verdade, dentro do livro, um objeto de análise criado pelo jornalista.
          Ele personifica nela todas as vidas que deixam de ser vividas, todas as existências que não passam de sombras no mundo. A personagem tem prazeres tolos, substanciais e sem a menor importância, exatamente como a vida que leva, cheia de privações injustificáveis e sem o menor dos sentidos. O personagem escritor sofre e sente por seu objeto de análise, tão sem vida, sem ambições de existir, ele ama a criatura com ternura e amargura, é terno com a inconsciência e amargo com a ignorância da nordestina, pois acredita que ela não "é" por não saber que pode "ser". Ele dá vida própria à moça, como se tentasse fazê-la mudar seus rumos, sua história tão insignificante, mas ela, ainda que ele queira, não consegue ser o que desconhece. O escritor não pode interferir no existir de sua personagem, ele relata os fatos daquele mundo singelo em cores somente preta e branca. Ele entra nesse mundo com alma, e nele reflete sobre si mesmo, sua existência, suas fraquezas e seus defeitos. Percebe como cada um de nós é indiferente ao que acontece à tantas outras pessoas ao nosso redor, afirma que há um reconhecimento do outro, mas não há uma reflexão do nosso poder de modificar a condição de existência dele.
           Clarice retrata, portanto, as sensações e reflexões de um ser diante da mediocridade da existência de outro, despertando no leitor um desgosto pela banalização da vida que é causado pelo choque diante da não reação da personagem nordestina à sua inércia, o leitor compactua assim com as impressões do personagem-jornalista: sua revolta, seus medos e suas vontades. A autora consegue a atenção do leitor para o pequeno romance, que apesar das poucas páginas condensa um conteúdo gigantesco e fantástico.

PRINCIPAL

                A Macabéa: Clarice tratará do livro A Hora da Estrela, com um estudo detalhado sobre os aspectos de uma história de puro sofrimento.


ENREDO

            A historia gira em torno de uma nordestina que não tem nem idéia de sua própria existência.
           Vem do sertão de Alagoas para o Rio de Janeiro para trabalha como datilógrafa. Começa um namoro com um conterrâneo nordestino que é interrompido pela ganância do mesmo.

TEMPO

           Não há como ser preciso neste item, porem a narração ocorre em poucos dias no mês de maio, entre lembrança de Macabéa

CENÁRIOS

            Na infância morava na casa de uma tia, pois era órfã. Já na vida adulta, depois da morte de sua tia vai para o Rio de Janeiro, subúrbio, quarto dividido com algumas amigas num sobrado perto do cais freqüentado por prostitutas e marinheiros. Lugar imundo.

No Rio: escritório de datilografia (emprego)

CLÍMAX E NARRADOR

           O começo do namoro com Olímpio trocando-a pela sua colega de trabalho, Glória, que arrependida lhe indica a Madama Carlota, uma cartomante. Madama Carlota lhe prevê um futuro só que mal interpretado. Contente com o maravilhoso futuro previsto por Madama Carlota, Macabéa sai distraída é atropelada, agoniza e morre no meio da sarjeta.

Narrador: É um narrador onisciente, Rodrigo S. M. que não chega a participar ativamente da narração.

AUTORA

            Nasceu em Tchetchelnik, Ucrânia, chegou ao Brasil aos dois meses de idade, naturalizando - se brasileira posteriormente. Criou-se em Maceió e Recife, transferindo-se aos doze anos para o Rio de Janeiro, onde se formou em Direito, trabalhou como jornalista e iniciou sua carreira literária. Viveu muitos anos no exterior, em função do casamento com um diplomata brasileiro, teve dois filhos e faleceu em dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.

LIVRO

           O livro tem pouco de erotismo, altamente complexo mesmo tendo uma escrita simples

Título: Porque somente na hora de sua morte, Macabéa tornara realmente alguém por representar tão bem o papel de uma moribunda, momentos antes de morrer.


SÍNTESE

             Macabéa, uma nordestina, luta para sobreviver no Rio de Janeiro, trabalhando como uma datilógrafa. Divide um quarto em um lugar quase subumano juntamente com mais quatro amigas.
              Em um dia que falta o trabalho, ela encontra Olímpio que a convida para um passeio sob uma intensa chuva. Daí por diante ela o toma como seu primeiro namorado. Apesar de parecer estar com sorte por ter arranjado um namorado, ela é traída pela Glória, uma amiga de trabalho. Essa amiga com remorso indica a ela, uma cartomante para que lhe adivinhasse o futuro, futuro esse que como Madama Carlota, a cartomante, lhe disse, mudaria sua vida no momento em que saísse da casa da Madama, com muito dinheiro, casamento com um estrangeiro, luxo e amor. E quando ela foi finalmente embora tudo realmente mudou. Atordoada com tanta felicidade e espantada com a miserável vida que levava, ficou indecisa com um ato tão banal de atravessar uma rua que quando se decidiu foi atropelada por uma Mercedes. Morre aí Macabéa na sarjeta.


                                                                                  CLARICE LISPECTOR

terça-feira, 30 de março de 2010

RESUMOS DOS ROMANCES: A MORENINHA, SENHORA E DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS.

Meus Anjos Timbaleiros, estão aí os resumos das obras para as Verificações Bimestrais. Agora é só estudar e pintar a prova de notas altas. Timba sorte!!!


RESUMO DA OBRA A MORENINHA


JOAQUIM MANUEL DE MACEDO

1º ANO

Análise da obra

A Moreninha é um dos principais romances brasileiros e seu autor, ao lado de Manuel Antonio de Almeida, José de Alencar, Machado de Assis, Aluísio Azevedo e outros (poucos) é um dos mais importantes autores da língua portuguesa. Este livro, centrado no romance entre Augusto e Carolina, é um dos pilares de nossa literatura. Numa época onde a cultura era totalmente voltada para a Europa, A Moreninha é uma das primeiras e magníficas tentativas de fazer literatura brasileira, observando usos e costumes do Brasil do Segundo Império, retratando o cotidiano da vida brasileira em meados do século passado. Joaquim Manuel de Macedo (1820-1881) era médico, mas jamais exerceu a profissão, tendo dedicado sua vida à literatura, à imprensa e ao teatro. A obra retrata as características do movimento literário a que pertence à medida que possui espírito romântico (final feliz), nostalgia medievalista (indianismo), idealismo, culto à natureza, cristianismo (Festa de San’t Ana), sentimentalismo, linguagem popular e liberdade criadora. Retrata também uma realidade fantasiada presente no autor.


Tempo / Espaço / Ação

O tipo de ambiente predominante é físico. Foram encontradas algumas descrições interessantes, a que mais nos agradou foi: "A Ilha de... é tão pitoresca como pequena. A casa da avó de Filipe ocupa exatamente o centro dela. A avenida por onde iam os estudantes a divide em duas metades, das quais a que fica à esquerda de quem desembarca, está simetricamente coberta de belos arvoredos, estimáveis, ou pelo aspecto curioso que oferecem. A que fica à mão direita é mais notável ainda; fechada do lado do mar por uma longa fila de rochedos e no interior da ilha por negras grades de ferro, está adornada de mil flores, sempre brilhantes e viçosas, graças à eterna primavera desta nossa boa Terra de Santa Cruz."

A seqüência narrativa e a ação dos personagens se dão em tempo linear - trinta dias. Os eventos narrados desenrolam-se durante os trinta dias pelos quais a aposta era válida. A aposta foi feita em 20 de julho de 1844, uma segunda-feira, e termina no dia do pedido de casamento, 20 de agosto do mesmo ano.

Existe um recuo ao passado. Quando a história se inicia, Augusto está no quinto ano de Medicina e conquistara, entre os amigos, a fama de inconstante. Nos capítulos VII e VIII, o autor conta-nos a origem da instabilidade amorosa do herói. Tudo começara há oito anos, quando Augusto contava 13, e Carolina 7 anos de idade.

Foco narrativo

O narrador, na verdade, é Augusto, pois perdeu a aposta feita com Filipe; mas é narrado na 3ª pessoa, por um narrador onisciente. Aqui e ali, ele se intromete um pouco na história, bancando o moralista.

A importância para a obra e a repercussão no leitor é que a utilização deste tipo de narrador causa o aprofundamento psicológico das personagens, o que não ocorreria se o narrador não fosse onisciente ou em 1ª pessoa. A seqüência narrativa e a ação dos personagens se dão em tempo cronológico pois ocorrem em três semanas e meia.


Temática / Crítica social

O tema da obra é a fidelidade ao amor de infância.

Como crítica social vemos o casamento, pois, na época o ajuste matrimonial era feito pelos pais dos jovens. A união dos filhos ganhava, pois, conotações de negócio indissolúvel, tratado com a seriedade dos adultos pensantes, conseqüência clara do amor arrebatador dos jovens; vemos também referência à escravidão embora sem grande relevo. Mas há, em A Moreninha, referência ao trabalho escravo e aos castigos corporais a que os negros eram submetidos.

Personagens

As personagens mais importantes são Augusto e Carolina. A personagem que mais chama atenção é Augusto que era um estudante de medicina alegre, jovial e inconstante em seus amores. O autor lhe confere complexidade já que no início da história o personagem é descrito de uma forma e no final dela é descrito de outra.
A personagem central é D.Carolina, menina de quatorze anos, possuía cabelos negros, olhos escuros, era travessa, inteligente, astuta e persistente na obtenção de seus intentos.

Enredo

O enredo apresenta unidade e organicidade pois a história possui início, meio e fim. O clímax do enredo ocorre quando D.Carolina revela a Augusto, ao deixar cair um breve contendo um camafeu, que é a mulher a quem ele tinha prometido se casar na sua infância. O desfecho dá-se no final da história.
Augusto, Leopoldo e Fabrício estavam conversando, quando Filipe chegou e os convidou para passar um fim de semana na casa de sua avó que ficava na Ilha de Paquetá. Todos ficaram empolgados, menos Augusto. Filipe comentou a respeito de suas primas e de sua irmã, que provavelmente estariam na ilha. Foi quando surgiu uma discussão que deu origem a um aposta; Filipe desafiou Augusto dizendo que se ele não se apaixonasse por uma das moças ali presentes, no prazo de um mês, seria obrigado a escrever um romance sobre sua história.

Passaram-se quatro dias, Augusto recebeu uma carta, que lhe foi entregue por seu empregado Rafael, a mando de Fabrício. A carta dizia que o namoro de Fabrício com D.Joaninha não estava indo muito bem, pois ela era muito exigente. Ela fazia-lhe pedidos absurdos como escrever quatro cartas por semana , passar quatro vazes ao dia em frente à sua casa e nos bailes ele teria que usar um lenço amarrado em seu pescoço , da mesma cor da fita rosa presa a seus cabelos. Terminando a leitura, Augusto começou a rir porque era ele quem sempre aconselhava Fabrício em seus namoros.
Na manhã de sábado, chegou à ilha e encontrou seus amigos, que estavam a sua espera. Entrando na casa, se dirigiu à sala e se apresentou, em seguida foi procurar um lugar para sentar-se perto das moças. Foi então que ele se deparou com D.Violante, que lhe ofereceu um assento. Ela falou por várias horas sobre suas doenças, e perguntou o que ele achava. Augusto já irritado de ouvir tantas reclamações, disse que ela sofria apenas de hemorróidas. D.Violante se irritou, afirmando que os médicos da atualidade não sabem o que falam.
Fabrício chegou interrompendo a conversa e chamou Augusto para um diálogo em particular. Os dois começaram a discutir sobre a carta, pois Augusto disse que não pretendia ajudá-lo em seu namoro com D.Joaninha. Fabrício então declarou guerra a Augusto.
Logo após a discussão, chegou Filipe chamando-os para o jantar. Na mesa, após todos terem se servido, Fabrício começou a falar em tom alto, dizendo que Augusto era inconstante no amor. Ele, por sua vez, não respondeu as provocações, mas, na tentativa de se defender, acabou agravando ainda mais a sua situação perante todos.
Após o jantar, foram todos passear no jardim e Augusto foi isolado por todas as moças. Apenas D.Ana aceitou passear com ele. Augusto quis dar explicações à D.Ana, mas preferiu ir a um lugar mais reservado. Ela sugeriu então que fossem até uma gruta, onde sentaram num banco de relva.
Começaram a conversar e Augusto contou sobre seus antigos amores e entre eles do mais especial, que foi aos treze anos, quando viajando com seus pais conheceu uma linda garotinha de oito anos, com quem brincou muito na praia, quando um pobre menino pediu-lhes ajuda. Eles foram levados a uma cabana onde estava um velho moribundo a beira da morte. Sua mulher e seus filhos estavam chorando. As crianças comovidas deram todo o dinheiro que possuíam à mulher do pobre velho. O velho agradeceu e pediu de cada um deles um objeto de valor. O menino deu-lhe um camafeu de ouro que foi envolvido numa fita verde e a menina deu-lhe um botão de esmeralda que foi envolvido numa fita branca, transformando-os em breves. O camafeu ficou com a menina e a esmeralda com o menino.
Depois trocados os breves, o velho os abençoou e disse que no futuro eles se reconheceriam pelos breves e se casariam. Foram embora e a menina saiu correndo de encontro a seus pais sem ter revelado o seu nome, e a partir daquele momento nunca mais se viram. Acabada a história Augusto levantou-se para tomar água. Ao pegar um copo de prata foi interrompido por D.Ana que resolveu lhe contar a história da gruta, que era a lenda de uma moça que se apaixonara por um índio que não a amava e de tanto ela chorar, deu origem a uma fonte, cuja água era encantada. Disse também que quem bebesse daquela água teria o poder de adivinhar os sentimentos alheios e não sairia da ilha sem se apaixonar por alguém. D.Ana explicou também que a moça cantava uma canção muito bela, quando de repente eles escutaram uma linda voz. Augusto perguntou a D.Ana de onde vinha aquela melodia e ela explicou que era Carolina que cantava sobre a pedra de gruta e ele ficou encantado.
Logo após o passeio, foram todos até a sala para tomar café e a Moreninha derramou o café de Fabrício sobre Augusto. Ele foi se trocar no gabinete masculino quando Filipe entrou e sugeriu que ele fosse se trocar no gabinete feminino, para que pudesse ver como era.
Augusto aceitou e enquanto se trocava, ouviu vozes das moças que iam em direção ao gabinete. Ficou apavorado, pegou rapidamente as roupas e se enfiou debaixo de uma cama. As moça entraram, sentaram-se e começaram a conversar sobre assuntos particulares. O rapaz ouviu toda a conversa e quase não resistiu ao ver as pernas bem torneadas de Gabriela na sua frente. De repente ouviram um grito e Joaninha disse que a voz parecia com a de sua prima D.Carolina. Todos saíram correndo para ver o que estava acontecendo e Augusto aproveitou para terminar de se trocar e saiu do gabinete para ver a causa daquele grito.
O grito era da Moreninha que viu sua ama D. Paula caída no chão, devido a alguns goles de vinho que tomou junto do alemão Kleberc. D.Carolina não queria acreditar que sua ama estivesse bêbada e levaram-na para o quarto. A Moreninha estava desesperada quando Augusto, Filipe, Leopoldo e Fabrício entraram no quarto e percebendo a embriaguez da velha senhora começaram a dar diagnósticos absurdos. D.Carolina só acreditou em Augusto e não aceitou o verdadeiro motivo do mau estar de sua ama. Todos saíram do quarto e se dirigiram até o salão de jogos. Augusto foi conversar com D.Ana e perguntou sobre o paradeiro da Moreninha. D.Ana disse que ela estava no quarto cuidando de sua ama. Augusto foi até até o aposento e chegando na porta viu uma cena inesquecível; ela lavava com suas delicadas mãos os pés de sua ama e ele comovido se ofereceu para ajudá-la. Depois disso Augusto sugeriu que a deixasse repousar pois no dia seguinte estaria bem.
D.Carolina foi se trocar para em seguida ir ao Sarau, colocou um vestido muito bonito mas fora dos padrões normais, pois mostrava parte de suas pernas. Todos queriam dançar com ela e Fabrício pediu-lhe a terceira dança, mas a garota mentiu dizendo que iria dançar com Augusto. Ele por sua vez dançou com todas as moças e jurou-lhes amor eterno, inclusive para a Moreninha. No fim da festa Augusto encontrou um bilhete que estava em seu paletó, dizendo para ir à gruta no horário marcado e logo após encontrou outro no qual dizia que aquilo era uma armadilha.
No dia seguinte, Augusto foi até a gruta no horário marcado e encontrou as quatro jovens e antes que elas pudessem falar, foram surpreendidas pelo rapaz que contou cada uma o que ouvira no gabinete. As moças ficaram revoltadas e depois de irem embora Augusto foi surpreendido pela Moreninha que começou a contar a conversa dele com D.Ana. Mas primeiro ela tomou um copo da fonte e foi por este motivo que Augusto ficou mais impressionado pois lembrou-se da lenda da fonte encantada, e logo depois do susto, declarou-se a ela.
Depois de acabadas as comemorações, as pessoas voltaram para suas casas. Augusto não se cansava de contar sobre D.Carolina para Leopoldo, que sempre dizia que aquilo era amor. Os rapazes acharam conveniente visitar D.Ana, Augusto se encarregou dessa tarefa no domingo.
D. Ana foi recebê-lo e contou-lhe que D.Carolina estava triste até saber se sua vinda para a ilha. Durante o almoço Augusto viu um lenço na mão de D.Carolina e adivinhou que ela o tinha bordado e após muita conversa D.Carolina resolveu ensiná-lo a bordar.
Depois do almoço, Filipe e Augusto foram jogar baralho, quando ouviram o chamado da Moreninha para a primeira aula de bordado. A lição acabou ao meio dia e Augusto achou prudente ir embora, despediu-se de todos e combinou com D.Carolina, que no domingo seguinte voltaria e traria o lenço já terminado.
No domingo seguinte, Augusto voltou até a ilha e levou o lenço totalmente pronto, para que sua mestra pudesse o ver, ela não acreditou que ele fizera um trabalho tão bem feito e começou a chorar, dizendo que ele tinha outra mestra. Augusto tentou explicar-se de todas as maneiras possíveis, e disse que o lenço fora comprado de uma velha senhora.
Depois de muita insistência a Moreninha aceitou a situação, pois D.Ana disse-lhe que sua atitude era infantil.
Depois do incidente Augusto chamou a Moreninha para um passeio e percebeu que ela estava um pouco nervosa, foi então, que ele perguntou-lhe se havia um amor em sua vida, ela respondeu com a mesma pergunta e Augusto disse que o grande amor de sua vida era ela. A Moreninha ficou imóvel e disse que o seu amor poderia ser ele.
Augusto voltou para sua casa e foi proibido de voltar à ilha por seu pai pois seus estudos estavam sendo prejudicados. D.Carolina não era mais a mesma desde a partida de Augusto que agora estava em depressão. Seu pai, vendo que estava prestes a perder seu filho, achou melhor que Augusto voltasse à ilha e pedisse a mão da Moreninha em casamento.
Chegando próximo à ilha, viram a Moreninha cantando sobre a pedra, e ela ao vê-los ignorou-os. D.Ana foi recebê-los e o pai de Augusto explicou a situação se seu filho. Eles foram até a sala e de repente a Moreninha apareceu com seu vestido branco chamando a atenção de todos, foi então que o pai de Augusto fez o pedido diretamente a Moreninha, pois seu filho não tinha coragem o suficiente. A moça ficou assustada e disse que daria a resposta mais tarde na gruta mas D.Ana disse ao pai de Augusto que não se preocupasse, pois a resposta seria sim.
Augusto, ansioso, foi até a gruta e chegando lá encontrou a Moreninha, os dois conversaram e ela perguntou se ele ainda amava a menina da praia. Ele disse que não pois seu amor pertencia somente a ela. Ela disse que não poderia se casar pois ele já estava comprometido com outra pessoa. Irritado, ao sair da gruta foi surpreendido quando ela lhe mostrou o breve verde. Augusto não agüentou a emoção e pegando o breve ajoelhou-se aos pés da Moreninha, começando a desenrolar o breve reconhecendo o seu camafeu.
O pai de Augusto e D.Ana entraram na gruta e não entenderam o que estava acontecendo, acharam que os dois estavam malucos e Augusto dizia que encontrara sua mulher e a Moreninha por sua vez dizia que eles eram velhos conhecidos. Logo após Filipe, Leopoldo e Fabrício viram a alegria do novo casal, mas Filipe foi logo dizendo que já se passaram um mês, Augusto perdera a aposta e deveria escrever um romance.
Augusto surpreende a todos dizendo que o romance já estava pronto e se intitulava A Moreninha.

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SENHORA


José de Alencar
2º ANO

Na obra Senhora temos como personagem principal Aurélia Camargo, que no decorrer da narrativa são mostradas alguns símbolos como: nua estrela, deusa dos bailes, musa dos poetas e outras que induziam tornando a um ser perfeito aos olhos. Mas em contrapartida temos uma moça com 18 anos, com sagacidade, ar provocador e expressão cheia de desdém que contrastam com a beleza correta e a expressão serena. Aurélia é um personagem que em demonstrar e ir contra o que era imposto no período do Império, ou seja em documentar indiretamente um momento histórico, concreto da sociedade brasileira. Na geral a mulher brasileira era submissa ao poder, ela valia pelo dote que possuía. Exemplificando ela não podia ir as festas, bailes na sociedade sem estar acompanhada, pois seria considerada vulgar. A mulher era feita para o casamento, sem direitos de mandos e opiniões na sociedade. E surge Aurélia diferente, porque não satisfaria os costumes e exigências da época que não aceitava a emancipação feminina. O conflito que organiza a obra, é um choque entre o amor ideal, o invencível, e o mundo social que decepciona. E Aurélia está inserida nesse conflito e oscila entre a pureza e a ironia, porque ela tinha experiência da vida. Na sociedade que era movida pelo ouro, pelo interesse e as pessoas valiam pelo interesse e dinheiro que tinham, prevalecendo o "Ter" sobre o "Ser". Com Fernando Seixas, percebemos que os casamentos eram feito por conveniência e ascensão social. E Seixas mesmo vivendo na pobreza apresenta-se em sociedade como se fosse um dos "cavaleiros mais ricos e francos da corte". O Título senhora para a obra está relacionado ao poder que Aurélia exercia por ser dona de seus atos e ser rica. E também porque na época o termo "Senhora" não era usado para mulheres, pois não detinham poder. A obra fornece diversas interpretações pois é literária. Mas no final da narrativa, o fator que leva a idealização do amor, no romantismo, é o momento que Fernando Seixas diz para Aurélia que era consumado por desejo de viver no consumidos e materialismo. Mas que ela transformou-o fazendo-o lutar pela dignidade e a auto estima perdidas. Com isso, Aurélia perdoa Seixas de fato porque ele transformar-se em um "homem" e não um ator de salão.
A obra relata a dramática história de amor entre Seixas e Aurélia. Seixas era um pobre mancebo, que trabalhava como jornalista, vivia na pobreza, mas não abria mão do outro lado da sua vida, com o qual gastava todo o seu ordenado: as festas da sociedade.
Aurélia também era uma pobre moça, mas que subira na vida após herdar a fortuna de seu avô fazendeiro. Era uma moça belíssima. Aurélia e Seixas iam se casar, mas esse casamento não ocorreu porque Seixas sabia que era pobre, e sabia que não era o homem certo para Aurélia, apesar de amá-la. Esse relacionamento se desfez quando o pai de Adelaide de Amaral oferece um dote para que ele se casasse com sua filha., e ele aceita.
Algum tempo depois de receber a herança, Aurélia decide que quer se casar, e resolve "comprar" um. O escolhido, no entanto, era Seixas, que aceitara submeter-se ao casamento, mesmo sem saber quem era a noiva, pois tinha necessidade do dote. Logo após o casamento, Aurélia deixa bem claro que Seixas era um marido comprado, e que o que estava se passando era um casamento de conveniência. Apesar dos dois, de certa forma, amarem-se, nenhum dois demonstrava.
O casamento foi marcado por rotineira e seca. Seixas, muitas vezes sentiu-se humilhado por Aurélia. Onze meses após o casamento, Seixas consegue o dinheiro de que precisava para desfazer o casamento, e isso que ele faz. No momento em que Seixas vai se despedir de Aurélia, já separados, Aurélia confessa que o ama de verdade, e suplica pelo o amor dele. Aurélia consegue provar esse amor, e conquista Seixas, mesmo ele achando que a riqueza dela havia destruído o amor dos dois.

Sinopse:

Este romance urbano, de 1875, onde o autor explora perfis feminino como em Lucíola (1862) e Diva (1864).

A temática do romance é o casamento por interesse e a moral burguesa, discutível, pois apóia e incentiva o feito.

Narrado em terceira pessoa, o romance Senhora tem na observação de detalhes exteriores, uma de suas fortes características.

Obra madura, apresentado um autor crítico não só da sociedade como também da própria escola literária vigente: o Romantismo.
Em muitos momentos da obra aparecem características que chegam perto das tendências realista e naturalista.

É o caso da visão crítica que Aurélia (protagonista) e Seixas demonstram sobre si próprios e o jogo social de personagens de mau-caráter sem que necessariamente tenham de ser punidos.

O romance se divide em quatro partes intituladas: O Preço, Quitação, Posse e O Resgate, títulos que já dizem sobre a problemática da contradição entre o dinheiro e o amor desenvolvida no enredo, na medida em que constituem palavras relacionadas às fases de uma transação comercial.

Na primeira parte Aurélia Camargo dá a conhecer para o leitor: jovem de 18 anos, linda e debutando nos bailes. A principal ação desta primeira parte do romance começa quando Aurélia pede ao tio que ofereça ao jovem Fernando Seixas, recém-chegado na corte após uma longa viagem ao Nordeste, a sua mão em casamento. Entretanto, uma aura de mistério cobre o pedido, pois Fernando não deve saber a identidade da pretendente e além disso a quantia do dote proposto deve ser irrecusável: cem contos de réis ou mais, se necessário.

A habilidade mercantil de Lemos, que chega a ser caricata, e a péssima situação financeira de Fernando - moço elegante mas pobre, que gastou o espólio deixado pelo pai e que precisava restituí-lo à família para a compra do enxoval da irmã - fazem com que dêem certo os planos de Aurélia.

Na noite de núpcias, Fernando se surpreende ao ver nas mãos de Aurélia, um recibo assinado por ele aceitando um adiantamento do dote. Aurélia se enfurece, acusa-o de mercenário e venal. E ela começa a contar a vida e os motivos que a levaram a comprá-lo.

Na segunda parte, conhecemos a vida de ambos os protagonistas. Aqui há um retorno aos acontecimentos em suas vidas, o que explica ao leitor o procedimento cruel de Aurélia em relação a Fernando.

Na terceira parte, Posse, a história retorna ao quarto do casal. Vemos Fernando arrasado de vergonha, mas Aurélia toma o seu silêncio como cinismo. É o início da fase de hipocrisia conjugal.

Na quarta parte temos o desenrolar da trama. Intensificam-se os caprichos e as contradições do comportamento de Aurélia, ora ferina, mordaz, insaciável na sua sede de vingança, ora ciumenta, doce, apaixonada. Intensifica-se também a transformação de Fernando, que não usufrui da riqueza de Aurélia, tornando-se modesto nos trajes, assíduo na repartição onde trabalhava, e assim adquirindo, sem perder a elegância, uma dignidade de caráter que nunca tivera.

No final, Fernando, um ano após o casamento, negocia com Aurélia o seu resgate. Devolve-lhe os vinte contos de réis, que correspondiam ao adiantamento do montante total do dote com o qual possibilitava o casamento da irmã, e mais o cheque que Aurélia lhe dera, de oitenta contos de réis, na noite de núpcias

Separam-se, então, a esposa traída e o marido comprado, para se reencontrarem os amantes, a última recusa de Seixas sendo debelada quando Aurélia lhe mostra o testamento que fizera, quando casaram, revelando-lhe o seu amor e destinando-lhe toda a sua fortuna.

O enredo deste romance mostra claramente a mistura de elementos romanescos e da realidade.


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RESUMO DO ROMANCE DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS


3º ANO



Modernismo de segunda fase. A história é dividida em 5 partes (cada uma aberta por uma lição de culinária de Flor, que é professora desta arte, com exceção da quarta parte, aberta por um programa para o concerto de Teodoro) e um intervalo. A primeira começa com a morte de Vadinho em pleno Domingo de Carnaval. Vestido de baiana, Vadinho cai enquanto dançava e seu funeral é muito concorrido. Nele voltam as lembranças de todos sobre o falecido: os amigos de farra, as possíveis (prováveis) amantes, os conhecidos e principalmente da esposa, Flor. Flor lembra do marido infiel, cheio de lábia, espertalhão, jogador e malicioso que era Vadinho, mas ainda assim extremamente adorável. Na definição de um dos presentes no funeral, Vadinho "Era um porreta".

O anteriormente referido intervalo se trata da discussão que ocorreu na cidade sobre a autoria da elegia a Vadinho, poesia anônima picante. A segunda parte passasse-se durante o período de luto de Flor. Inconsolável com a morte de Vadinho, sua mãe volta para a cidade e a situação piora. Dona Rozilda é o mais perfeito modelo de sogra: odeia o genro, é chata, controladora, exibida e pretende sempre escalar na vida social. Passa a fazer intriga sobre o falecido ("era morte para festa") com várias beatas, enquanto algumas poucas defendem Vadinho (não seus atos) por ele ser uma pessoa excepcional (no sentido de incomum, não o de maravilhoso ou com deficiência mental). Assim em flashback é mais detalhado o passado do casal. A mãe de Flor queria que as filhas se casassem com homens ricos, e Vadinho apareceu.

Eles se conheceram numa festa chique (Vadinho entrou de penetra, com a ajuda do tio) e começaram o namoro com a benção de Dona Rozilda, até que ela descobriu quem era o genro. Mais tarde Flor sai de casa e se casa (de azul, porque não teve coragem de por o branco) e começa o casamento. Vadinho é um marido ausente, sempre gastando o dinheiro (dos outros) no jogo e nas mulheres. Certa vez Flor quase adotou um menino que ela achava ser filho de Vadinho (Flor é estéril; o filho era do "xará"). E assim são mostrados os vários acontecimentos, em flashback, da vida matrimonial com aquele adorável cafajeste, generoso gastador, infiel e amantíssimo marido que era Vadinho. O capítulo acaba com Flor pondo flores sobre o túmulo do falecido, superando melhor o passamento dele. A terceira parte é passada nos meses seguintes. Flor está mais alegre, apesar de manter ainda a fachada de viúva. Todas as beatas competem para achar-lhe um bom pretendente e quem aparece é Eduardo, o Príncipe, calhorda que enganava viúvas para roubar-lhes as economias. Descoberto, Flor passa a se retrair. Seu sono torna-se mais agitado, seu desejo cresce na medida em que ela deixa os homens fora de sua vida pessoal.

Mas então o farmacêutico Teodoro Madureira, respeitado solteirão (ele ficara solteiro para cuidar da mãe paralítica, que morreu pouco antes), ele propõe casamento a Dona Flor e eles tem o mais casto dos noivados, nunca ficando juntos sozinhos. O capítulo acaba com o casamento de Flor, desta vez aprovado por sua mãe (que havia saído da cidade no começo do capítulo; nem as outras beatas agüentavam Dona Rozilda). A quarta parte começa com a lua-de-mel de Dona Flor. Teodoro é diferente do falecido em tudo. Fiel (não compreende mesmo quando uma cliente da farmácia levanta o vestido BEM alto para tentá-lo), regular (sexo às quartas e sábados, bis aos sábados e facultativo às quartas) e inteligente, Teodoro trás a paz de volta à vida de Dona Flor. Teodoro toca fagote numa orquestra de amadores e o maestro compõem uma linda música para ela que Teodoro toca solo (o convite abre o capítulo) e no dia do aniversário de casamento, após os convidados partirem Flor vê Vadinho, nu como o viu na cama no dia de sua morte, a puxá-la e tentá-la.

Ela se recusa naquele momento, fiel ao marido. Teodoro vai dormir e Vadinho sai logo depois, qundo Flor ia procurá-lo. Começa aqui a parte do livro que o deixou famoso: Flor, Teodoro e Vadinho, vivendo em matrimônio ao mesmo tempo, Vadinho nu, invisível a todos menos Flor. A quinta parte, que tornou famoso livro, filme, seriado e tantas quanto foram as adaptações desta obra, começa com o Vadinho vindo de volta dos mortos, tentando Flor. Flor sente-se dividida entre o esposo atual e Vadinho, mas este diz-lhe que não há por que o estar: são colegas, casados frente ao juiz e ao padre. Flor vai aos poucos perdendo a resistência e chega a encomendar um trabalho para mandar Vadinho de volta para onde estava. Enquanto isso se passa Vadinho vai manipulando as mesas de jogo, favorecendo velhos amigos, levando Pellanchi Moulas, rei do jogo em Salvador, ao desespero e a todos os "místicos" da Bahia para se livrar do azar.

Vadinho só para quando seus amigos cansam (Mirandão, companheiro seu quando era vivo, para de jogar definitivamente, assustado com o repetir de vezes que caía no 17, número de sorte de Vadinho). Por fim Dona Flor sucumbe a Vadinho e passam a viver harmoniosamente os três uma vida conjugal (mesmo que Teodoro não o saiba). Vadinho chega a fazer o milagre de expulsar a sogra quando ela chega de mala e cuia para ficar. Vadinho começa então a desaparecer e Flor se dá conta de que era por causa do feitiço por ela encomendado. Há uma batalha entre vários deuses contra Exu (identificado por alguns como sendo o diabo católico), que protege Vadinho. Quando Exu estava perdendo, o amor e a volúpia de Vadinho ganham a batalha. A obra acaba com Flor andando feliz com Teodoro e Vadinho (nu, como sempre) ao seu lado, pelas ruas de Salvador.

Esta parte acentua duas características gerais da obra: a religiosidade que mistura ao mesmo tempo o catolicismo e o candomblé, pondo todas as figuras míticas das duas religiões junto e eficientemente simultâneas (algo como é a religiosidade baiana, já que Salvador tem mais igrejas que qualquer outra cidade do Brasil e ainda assim é centro das religiões de origem africana). A outra característica vem a ser o fato de que Vadinho e Teodoro são metáforas para o id e o superego, respectivamente. Vadinho é rebelde, impulsivo, espontâneo e dado ao caos (no seu caso, o jogo); Teodoro é metódico e controlado ("Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu lugar" é seu lema, pendurado na farmácia). Assim, a imagem de Flor pacificamente com os dois, totalmente feliz, invoca o ideal de equilíbrio entre os dois.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

EXAGERADAMENTE FELIZ!!!

Na semana que passou vivi momentos de felicidade ao lado de pessoas especiais que enchem sempre minha vida de alegria, mais uma vez passei o carnaval na cidade que amo e perto de um povo que aprendi a gostar correndo atrás de um trio.
Em especial falo de um grupo que durante uma semana foi minha família, desde a quinta dia 11 de fevereiro até quarta de cinzas 17 de fevereiro. Com essas pessoas, pude compartilhar dentro de um apartamento as mais belas brincadeiras, as mais puras histórias vividas por amigos que a Timbalada conseguiu juntar. Às vezes parecia que éramos amigos de infância.
Fizemos nosso BBB 2010 (Versão Bahia), onde todos jogavam num mesmo time sem adversários. Pude ver o quanto Lucélia é maravilhosa, carinhosa e dedicada (nossa líder durante a semana), com Paulinha fiz uma parceria onde digo que juntaram a corda e a caçamba (pura alegria nas nossas cachaças), Jaguar, minha Tia (eu amo você), Rondinelle era a alegria da casa (como era bom abrir a porta e ouví-lo contar suas histórias), Bruno, sempre observador e Evandro o mais sério, Aninha a mais certinha e metódica, maravilhosa também (alguém tem que ter controle né? rsrsrs), Tinane a nossa dorminhoca e Arthur Navarro o pique em pessoa (mal parava para dormir).
É interessante porque cada um tem uma característica diferente, mas todos se deram bem.
Já na avenida onde  a festa acontecia, dávamos continuidade a nossa fantasia, pois nos juntávamos aos outros grupos de amigos e compartilhávamos da mesma música, da mesma irmandade, e da mesma alegria.
Posso dizer com muito orgulho que agradeço a:
AIAN MACEIÓ
ELANE
EVANDRO
LUCELIA
RONDINELLE
PAULINHA
ANINHA
ARTHUR
BRUNO
LUCAS MACEIÓ
TINANE
JAGUAR (Minha Tia)
MABEL
FAMÍLIA FERREIRA
SIMONE
LU JABUTI
EUGENIO
WANA
DIANA (Adoroooooo)
NANDA
MICHEL
FABI PAJUELO
GRAZY (Esposa)
E tantos outros...
Em especial agradeço a minha irmã trigêmea MARÍLIA, pois a felicidade estava do nosso lado sempre. Valeu irmã pelos parabéns todos os dias na Avenida.
Que as forças de luz tragam a paz em nossos corações!!!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

É SEMPRE MUITO BOM...

São essas coisas que me deixa apaixonado cada vez mais pelo que faço:

O "mestre" da literatura, 3 anos bem estudados :) Débora Borges

@. NETO .
"Verdadeiramente um Prof. " Bicho Maluco Beleza... kkkkkkkkkkkkk"

ㅤㅤ~~ L ii d ii a ~~ ㅤ ♫ ㅤGôdo meeu ♥
"isso é no IBC?! poxaa que saudadee da minha época!! :( a strip-aula foi m a r a v i l h o s a*-* amoodemaiisfessôôr!"

Luiz
"Professor thundercat do CEARÁ chicletero querido hsuahsusha"

Pedro
"Chicleteiro do CEARÁ!! ♥"

~~ L ii d ii
"-quee saudadeeeeeeee!!!!saudade de vc,das tuas aulas,das tuas resenhas,das tuas palhaçadas,da tua obsessão por Chiclete, do teu mp3 com as melhores batiidas.. enfiim... saudadees do Hélio!!aquele que diz que todo mundo é pobre,mas depois é flagrado comendo churrasquinho de gato!!ah! saudadees daquele abraço,não de aluno e professor, mas de amigo.eeu AmmO VocÊ!! nunca vou te esqueceer!e um dia a gente se bate por aí.. vc com certeza vai fiicar aki [[(L)]] pra sempre! \õ"

J.P.
"Como ninguém é perfeito Hélio teve que optar por ser timbaleiro,mas fora isso sem falsa modesta o cara é foda,seus conhecimentos vão além na literatura e da língua portuguesa, seus conhecimentos são vitais pois não só se trata de ensino colegial mas ensino para a vida como pro exemplo: LIBERDADE IRMANDADE FRATERNIDADE AMIZADE E MAIS DO QUE TODAS AS OUTRAS ESTÁ A OUSADIA.Ele nos ensinou que andar na trilha nem sempre é um bom caminho, nos ensinou a sermos polêmicos e contestar sempre que possível. Por muitos outras prós e contras que eu jamais vou esquecer essa figura carismática , magra , feia , ousada e alegre (timbaleira também,mas isso penso que seja reversível)Espero que eu também faça parte de sua história mesmo que seja em pequena parcela.Abraços do seu aluno(amigo) azulino :)"

Isaac Machado^^
"Grande mestre.... Meu professor e amigo...Pense num fulero, louco e descontrolado, mas é da paz, isso é o q importa...Em pouco tempo construimos uma grande amizade, e sou grato a Deus por ter colocado essa peça no caminho de minha vida...Meu timba amigo... Hélinho jr. Premiun... kkkkkk"

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Hoje resolvi parar para escrever algo sobre meus alunos, resolvi dizer que é sempre muito bom cada segundo que passo perto de cada um, é sempre muito bom saber que estou passando algo que aprendi e sei que vai servir de base.


Às vezes paro e nao consigo me ver em outra profissão, é muito bom ser Professor, pois a recompensa é maravilhosa. Já tenho alguns anos de profissão, mas sempre me surpreendo com cada atitude em sala de aula.


Não sou apenas Professor, sou artista, sou animador, sou Timbaleiro, sou palhaço (mesmo tendo medo rsrsrsrrs).


Meus Anjinhos Timbaleiros, na sala de aula eu me sinto a vontade com cada um de vocês, é como se eu estivesse no meu quarto, a intimidade é geral. Com vocês rola química...
Obrigado sempre por cada momento, por cada aula, por cada peça de roupa tirada em cada questão certa. Por cada A de Timbalada, cada B de Timbalada, cada C de Timbalada, cada D de DVD da Timbalada, por cada E de Timbalada.
HELINHO TIMBALADA














terça-feira, 27 de outubro de 2009

HÁ 87 ANOS, A SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922




Há 87 anos, entre os dias 13 e 17 de fevereiro, acontecia a Semana de Arte Moderna de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo. Marco da história artística e cultural brasileira, o evento foi pautado pela ruptura e oposição ao conservadorismo que predominava nas artes até então.
Liberdade de expressão, abandono de "regras" artísticas e valorização do que era originalmente nacional, de raízes brasileiras, impulsionando o Modernismo no Brasil.Pintura, escultura, poesia, literatura e música ocuparam o Teatro Municipal numa manifestação coletiva integrada por nomes como: Anita Malfati, Di Cavalcanti, Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Victor Brecheret, Menotti Del Picchia, Graça Aranha, Manuel Bandeira, Antonio Garcia Moya, Guiomar Novaes, Villa-Lobos entre outros.O Municipal, alugado por mais de 800 mil réis (com "patrocínio" do ricaço Paulo Prado, que convenceu outros barões do café e apoiar o evento), recebeu exposições, noites literárias, palestras, apresentações musicais e até suas escadarias foram palco dos "revolucionários" da arte em 1922.




domingo, 11 de outubro de 2009

2016 - ILUSÃO DE MÍDIA

Assistir televisão nas últimas semanas tem me incomodado, pois desde que foi dado o resultado sobre as olimpíadas a mídia esqueceu de tantos outros fatos que são bem mais urgentes em nosso país. Passamos a viver em prol de uma olimpíada que ainda vai acontecer em 2016.
Pessoas, temos que acordar para a nossa realidade, precisamos olhar para nosso lado e ver as criaturas que estão sofrendo com fome, sem moradia, sem educação.
Honestamente, gostaria de saber porque esquecem sempre desse povo marginalizado.
Tudo bem que o esporte vai divulgar nosso país, mas tenho certeza que seria bem melhor comemorar a queda da violência e o alto índice de alfabetizados.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Reencontrar Alguém que não se vê há mais de um ano é maravilhoso!!!

No final de semana que passou tive a honra de estar ao lado de uma pessoa que considero irmã, amiga, e companheira de muitas alegrias. Carolzinha, foi muito bom olhar para trás naquele momento e sentir sua presença, não acreditei quando virei e vi seu sorriso maravilhoso e espontâneo, nao acreditei quando recebi um abraço seu e ouvi aquela maravilhosa gargalhada, que sempre digo que é inconfundível.
Poxa vida, você não imagina como me deixou feliz naquele momento, você trouxe mais brilho àquela festa, porque com você é bem melhor.
A distância nos separou, mas sei que é por motivos profissionais, mas sempre tenho você em meu pensamento, pois como você mesmo diz: "Foi amor a primeira vista".
Bendito DVD. Bendito São Luís do Maranhão!
Carolzinha, hoje estou aqui abrindo um espaço no meu blog só para dizer que você é muito especial para mim, só para dizer que lhe admiro muito, tanto no lado pessoal quanto no lado profissional.
Valeu por todas as alegrias, todas as gargalhadas e todas as conversas que sempre tivemos. É MUITO BOM CONFIAR EM PESSOAS COMO VOCÊ!!!
Lembro quando você me disse lá no aeroporto que tinha certeza que sua mãe ia adorar me conhecer, poxa, e realmente quando nos vimos foi tudo muito verdadeiro(foi lá no Padaria).
Minha timbaleira cobiçada e amada, desejo que possamos gargalhar e timbalear por muitos anos juntos.
Como diria minha Tia: "Porra, você é foda!!! Rsrsrsrsrsrsr" Você está sempre no meu coração.