sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
EXAGERADAMENTE FELIZ!!!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
É SEMPRE MUITO BOM...
@. NETO .
"Verdadeiramente um Prof. " Bicho Maluco Beleza... kkkkkkkkkkkkk"
ㅤㅤ~~ L ii d ii a ~~ ㅤ ♫ ㅤGôdo meeu ♥
"isso é no IBC?! poxaa que saudadee da minha época!! :( a strip-aula foi m a r a v i l h o s a*-* amoodemaiisfessôôr!"
Luiz
"Professor thundercat do CEARÁ chicletero querido hsuahsusha"
Pedro
"Chicleteiro do CEARÁ!! ♥"
~~ L ii d ii
"-quee saudadeeeeeeee!!!!saudade de vc,das tuas aulas,das tuas resenhas,das tuas palhaçadas,da tua obsessão por Chiclete, do teu mp3 com as melhores batiidas.. enfiim... saudadees do Hélio!!aquele que diz que todo mundo é pobre,mas depois é flagrado comendo churrasquinho de gato!!ah! saudadees daquele abraço,não de aluno e professor, mas de amigo.eeu AmmO VocÊ!! nunca vou te esqueceer!e um dia a gente se bate por aí.. vc com certeza vai fiicar aki [[(L)]] pra sempre! \õ"
J.P.
"Como ninguém é perfeito Hélio teve que optar por ser timbaleiro,mas fora isso sem falsa modesta o cara é foda,seus conhecimentos vão além na literatura e da língua portuguesa, seus conhecimentos são vitais pois não só se trata de ensino colegial mas ensino para a vida como pro exemplo: LIBERDADE IRMANDADE FRATERNIDADE AMIZADE E MAIS DO QUE TODAS AS OUTRAS ESTÁ A OUSADIA.Ele nos ensinou que andar na trilha nem sempre é um bom caminho, nos ensinou a sermos polêmicos e contestar sempre que possível. Por muitos outras prós e contras que eu jamais vou esquecer essa figura carismática , magra , feia , ousada e alegre (timbaleira também,mas isso penso que seja reversível)Espero que eu também faça parte de sua história mesmo que seja em pequena parcela.Abraços do seu aluno(amigo) azulino :)"
Isaac Machado^^
"Grande mestre.... Meu professor e amigo...Pense num fulero, louco e descontrolado, mas é da paz, isso é o q importa...Em pouco tempo construimos uma grande amizade, e sou grato a Deus por ter colocado essa peça no caminho de minha vida...Meu timba amigo... Hélinho jr. Premiun... kkkkkk"
--------------------------------
terça-feira, 27 de outubro de 2009
HÁ 87 ANOS, A SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922


Liberdade de expressão, abandono de "regras" artísticas e valorização do que era originalmente nacional, de raízes brasileiras, impulsionando o Modernismo no Brasil.Pintura, escultura, poesia, literatura e música ocuparam o Teatro Municipal numa manifestação coletiva integrada por nomes como: Anita Malfati, Di Cavalcanti, Mario de Andrade, Oswald de Andrade, Victor Brecheret, Menotti Del Picchia, Graça Aranha, Manuel Bandeira, Antonio Garcia Moya, Guiomar Novaes, Villa-Lobos entre outros.O Municipal, alugado por mais de 800 mil réis (com "patrocínio" do ricaço Paulo Prado, que convenceu outros barões do café e apoiar o evento), recebeu exposições, noites literárias, palestras, apresentações musicais e até suas escadarias foram palco dos "revolucionários" da arte em 1922.
domingo, 11 de outubro de 2009
2016 - ILUSÃO DE MÍDIA
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Reencontrar Alguém que não se vê há mais de um ano é maravilhoso!!!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O QUE COMEMORAR?
Nossa política vai mal, nossa música caiu de qualidade e nosso presidente é semi - analfabeto. Poxa, quanta coisa... Até o Hino Nacional esqueceram a letra (não é Vanusa?)
Vejo um Brasil esbodegado, um Brasil que atinge sempre os mais altos picos de qualidade, tudo isso no analfabetismo, na violência e na falta de saúde. Estamos burros, doentes e sem proteção.
Será que posso pedir socorro? Mas quem vai me ajudar? Quem vai me salvar? Será que conseguirei solução em Alagoas? Acho que não, ou talvez sim, pois aqui sempre se faz alguma coisa, porque “Honestamente nunca se fez tanto por Alagoas” – Nunca se matou tanto, nunca se roubou tanto... (Tudo está sendo praticado às claras).
Imagino como será o futuro desta terra, imagino como ficarão os nossos herdeiros. Eita Brasil para não ter sorte com seus governantes parece mulher guerreira que não tem lucro com os homens que arranja.
Brasil brasileiro, meu mulato estrangeiro, sua história mudou, seu sonho não existe e seu povo continua lerdo a espera do internamento.
Por enquanto, ficaremos aqui ensaiando o novo Hino Nacional.
sábado, 5 de setembro de 2009
LUCÍOLA
Fica claro, que em “Lucíola”, o narrador é em 1ª pessoa. O livro é narrado por Paulo, que é o personagem principal.
Assim, a narrativa tem um caráter autobiográfico, pois é feita em 1ª pessoa, buscando recuperar, a partir da perspectiva do amante, a paixão vivida por Lúcia e Paulo. O prefácio chama-se "Ao Autor" e, ali, uma pessoa que assina G. M. afirma que encontrou as cartas de Paulo e as reuniu, publicando o livro Lucíola. Percebemos que, então, cada capítulo corresponde a uma carta que Paulo escreveu à senhora que o indagou. A narrativa é detalhista. Em Lucíola, o autor faz um aprofundamento psicológico e mostra os conflitos interiores de Paulo e de Lúcia. Além disso, Lúcia não é linear, porque seu perfil se altera durante a obra. ("Acredite ou não, Lúcia acabava de me revelar naquela imagem simples um fenômeno psicológico que eu nunca teria suspeitado." - cap 18). Os personagens de “Lucíola” são, em boa parte do tempo, falsos. Em Lucíola, um personagem apresenta grande complexidade psicológica, a par do idealismo romântico com que foi concebido. A publicação do livro ocorre em 1862. Com relação à narrativa, trata-se de um conjunto de recordações de Paulo. Pode-se considerá-lo um livro com algumas memórias fictícias, pois a ação transcorre no passado. O relacionamento de Paulo e Lúcia aconteceu quando ele chegou ao Rio de Janeiro, em 1855. Entretanto, as cartas foram reunidas por G. M. em novembro de 1861. O tempo no livro é quase sempre psicológico, com grandes usos de “flash-backs”. O Rio de Janeiro é o espaço físico onde se desenvolve o romance. O autor retrata a sociedade de sua época, quando o Rio de Janeiro era a capital do Império, apontando alguns aspectos urbanos negativos. José de Alencar era um forte crítico social. Paulo era um rapaz do interior, que foi para o Rio de Janeiro conhecer a corte. Poucos dias depois de sua chegada, um amigo de infância chamado Dr. Sá o leva à festa da Glória. Lá, Paulo percebeu a diferença existente entre sua vidinha provinciana e a vida luxuosa na corte. No meio da festa, porém, uma bela mulher chamou sua atenção. O que mais lhe impressionou nessa mulher foi o seu jeito de "ingênua castidade". Dr. Sá, entretanto, ao perceber o engano do amigo, explicou para ele que aquela mulher era uma prostituta de alto luxo. Mesma sabendo disso, ela não saiu de sua memória.
Lucíola - este é um romance social-urbano , Alencar aborda a situação social e familiar da mulher, em face do casamento e do amor, retrata a sociedade carioca da época, principalmente suas camadas abastadas. Compreende desde textos românticos, como a mesma velha história do casal cujo amor só depois de superados certos obstáculos, até indícios de investigação psicológica por meio de dramas morais causados pelo conflito entre as convenções sociais e a sentimentalidade individual. Estrutura da obra 21 capítulos - Narrador em 1ª pessoa, (protagonista: Paulo), é observador e participante dos acontecimentos que narra.
Espaço: Rio de Janeiro. A narrativa é feita em flash-back, é uma retrospectiva de acontecimentos passados, já filtrados pela revisão e reflexão do narrador. Há presença de textos dissertativos – o narrador interrompe o a narrativa para fazer reflexões em torno do assunto narrado.
No trecho: “... terminei ontem este manuscrito, que lhe envio ainda úmido de minhas lágrimas ...” A partir dessa frase, o narrador reafirma a destinação de sua carta, ou do material de sua história, conforme o que afirmara no capítulo inicial. Os grandes temas do livro que transformam Lúcia numa heroína tipicamente romântica são: do amor e da morte, e do amor unido à morte. O amor, um dos mitos do Romantismo, é o regenerador da pessoa humana. E o amor verdadeiro sobrevive à morte, é eterno. Lúcia se realiza plenamente, ao morrer. “... agora que minha vida conta por instantes, amo-te em cada momento por uma existência inteira. Amo-te ao mesmo tempo com todas as afeições que se pode ter neste mundo. Vou te amar enfim por toda a eternidade...”.
Personagens principais:
Lúcia (a verdadeira)
- prostituta e companheira de quarto da personagem-protagonista - tem cerca de 19 anos quando morre – Possui pouca sofisticação intelectual. Mulher, depravação, luxúria, sentimento de culpa, prostituição, caprichosa, excêntrica, rejeita o amor, demônio. Sendo assim, falecendo de tuberculose, Maria da Glória troca os documentos assumindo a identidade da colega. No desenrolar da história, descobrir-se-á o seu verdadeiro nome: MARIA DA GLÓRIA, menina, pureza, ingenuidade, dignidade, inocência, simples, meiga, tende para o amor, anjo.
Paulo
– narrador-personagem. Paulo ressente-se por não ter compreendido os sentimentos (o amor) e a alma de Lúcia. E ele conta em cartas dirigidas a uma senhora, G. M. (pseudônimo de Alencar), que as publica em livro com o título de LUCÍOLA
. Personagens secundários:
Sá
- Com seus trinta anos de idade, um caráter fleumático e uma imaginação ardente Cavalheiro que, com suas posses, aproveitava segundo seus critérios o melhor da vida: sexo, alegria, bebida de arte.
Sr. Rochinha
- Era um moço de 17 anos, - trazia impressa na tez amarrotada, nas profundas olheiras e na aridez dos lábios, a velhice prematura.
Sr. Couto
- Diógenes Couto - responsável pela degradação (prostituição) de Lúcia. Um senhor idoso que procura passar-se por jovem.
Sr. Cunha
- ex-amante de Lúcia que depois é desprezado por ela.
Sr. Jacinto
- Era um homem de 45 anos; feição comum e espírito medíocre. Vivia de intermediário das prostitutas, isto é, transformava em dinheiro todos os presentes ganhos por elas.
D. Jesuína
- Quando Lúcia foi expulsa de casa, D Jesuína fora a primeira pessoa que a amparou. Mas depois, tornou-se cafetina de Lúcia.
Joaquina
- escrava de Lúcia.
Ana
–irmã mais nova de Maria da Glória. (Lúcia)
Enredo - Conta a história de Lúcia e Paulo.
Logo após ter chegado ao RJ, procedente de Olinda, em 1855, com cerca de 25 anos, Paulo fora convidado por um amigo, o sr. Sá, a acompanhá-lo à Festa da Glória, quando lhe atraíra a atenção uma jovem e bela mulher que, de início, em sua simplicidade de provinciano adventício, não identificara como cortesã (ou prostituta). Ao ver Lúcia, assim se chamava a mulher, tivera a impressão de já conhecê-la. De fato, à noite lembra-se de que, realmente, já a tinha visto antes, no dia mesmo de sua chegada ao RJ, em um carro elegante puxado por dois fogosos cavalos, e exclamara então para um companheiro de lado: "
Que linda menina! Como deve ser pura a alma que mora naquele rosto!"e que gentilmente, após, alcançara-lhe o leque que deixara cair na rua. Lúcia era, assim, uma mundana de rara beleza e suave aspecto, que faziam parecer uma jovem inocente. Pelo menos, essa foi a impressão de Paulo e que o levou a apaixonar-se, mesmo depois de saber quem era ela. Tal como a pintou o romancista e se depreende de toda a história, ela era de natureza complexa nas alternativas de sua vida e do seu temperamento. Boa nas intenções, mas devassa na prática da vida que levava; interesseira e avara na conquista do dinheiro fácil e, ao mesmo tempo, generosa ao dar esmolas e na ajuda a parentes; com um passado de luxo e dissipação, se apaixona da maneira mais romântica pelo jovem que nela descobrira bondade e ternura. Enfim, era bem feminina ao parecer tantas numa só. Paulo, no entanto, no entusiasmo da paixão, definiu-a: " Tu és um anjo, minha Lúcia!". Tendo Paulo visto Lúcia naquela festa da Glória, a ela foi apresentada pelo seu companheiro, que a conhecia e fora seu amante. Mesmo assim ele continuou a idealizá-la, até nas visitas que lhe fez a seguir, francamente inocentes e cordiais. Só algum tempo depois é que se tornaram amantes. Cada vez mais, no entanto, prendia-se a ela por um amor apaixonado que ultrapassava a simples satisfação do sexo. Não a queria como uma mundana lúbrica e sensual, famosa pelos requintes no amor, e sentia que ela também, na maneira de tratá-lo, nos seus silêncios, nos seus beijos e carícias, o amava realmente. A prova maior disso foi o seu afastamento de tudo para dedicar-se a ele. Mas logo brigaram, e ela voltou à vida antiga. Nessas alternativas de brigas e reconciliações, de ciúmes e de arrependimento, chegaram à confissão de suas vidas e à aceitação do amor com que se queriam. E Lúcia contou-lhe a sua história, declarando para sempre morta a mulher que fora até então; sua família viera morar na Corte e viviam dignamente, até que a epidemia de febre amarela de 1850 atacou sua família.
Somente ela foi poupada, vendo-se obrigada a cuidar dos familiares. Assim foi que, por necessidade, entregou o seu corpo a um ricaço de nome Couto, para conseguir ajuda e apoio. Morreram-lhe a mãe, a tia e dois irmãos; o pai, ao descobrir que ela recebera dinheiro de um homem em paga de sua honra, expulsou-a de casa. Depois disso, o caminho estava aberto à prostituição. Lúcia se faz passar por uma amiga morta para aliviar o sofrimento dos pais (tê-la como prostituta). Na sua nova vida, então, mudou de nome, pois se chamava realmente Maria da Glória, em devoção a sua madrinha Nossa Senhora da Glória. Depois de uma longa viagem que fizera à Europa em companhia de um amante, de volta ao Rio só encontrou de sua família uma irmãzinha de nome Ana, a quem tomou sob sua proteção e a pôs num colégio. Após tal confissão, de que resultou um perfeito entendimento entre os dois, Lúcia foi morar numa casinha de Santa Teresa, que alugara, em companhia da irmã. Afastou-se da vida mundana para receber apenas a visita de Paulo. No ambiente bucólico daquele bairro viveram os dois um idílio simples. Passeavam nos arredores de mãos dadas como dois namorados, e nessa busca da inocência perdida, ela até se recusava, periodicamente a ser de novo sua amante. É que ela agora já adotando outra vez seu nome de batismo, Maria da Glória, estava esperando um filho de Paulo. Mas o idílio em que viviam durou pouco. Lúcia sofreu um aborto e, ante a recusa de tomar remédio para expelir o feto sem vida, faleceu de infecção, confessando a Paulo que o amava perdidamente desde o primeiro encontro. Pediu-lhe que cuidasse de Ana, a quem deixara em testamento a sua fortuna, cerca de cinqüenta contos de réis, como se fosse sua própria filha. A princípio queria que ele se casasse com Ana, mas, ante sua recusa, pediu-lhe que a protegesse, e morreu dizendo-se sua noiva eterna, sua noiva no céu. Lúcia = Lúcifer ................. Maria da Glória = Anjo E "é através da morte que seu objetivo maior foi atingido: a destruição do corpo implica na sobrevivência e supremacia do espírito. A redenção alcançada".
Características românticas na obra:
Subjetivismo: o mundo gira em torno do seu “eu”
- 1ª pessoa
– uma só pessoa: indivíduo X sociedade, sobrepõe o sentimental à razão, entusiasmo ao raciocínio. Exaltação do amor: é a mola mestra da ficção romântica em prosa e verso, amor sublime, com sacrifício e até de heroísmos. Amor e morte: capacidade de renúncias, tendo como única saída a morte. Sentimentalismo melancólico: Lúcia se faz passar por uma amiga morta para aliviar o sofrimento dos pais (tê-la como prostituta).
Ilogismo: instabilidade emocional, duplicidade de comportamentos. (importância secundária). Características de José de Alencar:
Lirismo: visão lírica da realidade
– ele é lírico, terno, delicado e sensível. Gosto pela descrição: paisagem, personagem, vestuário feminino e ambiente. Comparações: personagens X detalhes físicos X estados da alma X atributos morais. (elementos da natureza, reino animal, vegetal e mineral). Desarmonias: contrastes relacionados às pessoas e sentimentos. Lúcia X Lúcifer, Maria da Glória X anjo.