terça-feira, 19 de agosto de 2008

Dicas de Livros

Timba Alunos Elite, Não esqueçam dos livros para o 3º Bimestre.
1º Ano: Lucíola (José de Alencar);
2º Ano: O Cortiço (Aluísio Azevedo);
3º Ano: São Bernardo (Graciliano Ramos).

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Timba Alunos, a semana passou tão rápido, foi tudo tão depressa que mal deu para respirar. Enfim chegou a sexta-feira, dia maravilhoso né??? rsrsrsrsr. Meu dia foi muito tranqüilo, como sempre acordei cedinho e fui para o Santa Úrsula dar a minha aula timbaleira para meus amados anjinos pintados. Que bom que posso dizer que tudo foi perfeito, mas é sempre assim: quando fazemos o que gostamos nos sentimos sempre bem.
Estava aqui conversando com minha Timba Aluna Nathalia Carioca (Colégio Elite) e ela me mostrou um texto que escreveu sobre algo que havia presenciado, e o texto me chamou atenção, vou publicá-lo aqui com a autorização da autora. (Nathalia é uma aluna que sempre conversa comigo sobre música, autores e tantas outras coisas proveitosas da nossa cultura).
O texto é o seguinte:
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E o amor?
Ontem por motivos de saúde não fui ao colegio, porém meus pais me levaram na emergencia da santa casa, e vi uma cena que em emocionou muito.Até pouco tempo eu estava desacreditada que o amor fora o de pai e mãe existisse,e pensava que só existisse as paixoes platonicas e muitos casais atualmente só vivem juntos por comodidade ou por n ter dinheiro suficiente ou pelos filhos, mais vi que pode sim um amor de marido é mulher durar decadas.Enquanto eu lia Cleo e Daniel de Roberto Freire (recomendo minha gente), ao meu lado tinha um senhor com olhar triste e de idade aproximadamente com seus 80 anos, muito aprencivo esperando sua mulher que havia passado mal e ele tinha há levado as pressas para o hospital. Algum tempo depois aparece a esposa desse senhor numa maca procurando-o e quando seus olhos batem com os olhos deles ela começa a chorar desesperadamente dizendo que o amava muito e não queria morre sem antes dizer isso, e tbm pedia desculpa por não está tão bonita como era antes, o marido com lagrimas nos olhos disse para esposa que ela estava tão encantadora como na 1ª vez que eles se viram, e dizendo que sem ela , ele não viveria muito tempo, fiquei muito emocionada pois pensei que esse tipo de amor tão simples e tão candido, acontecesse só em romances mela cuecas e livros para mulheres com + de 40 anos encalhadas, mais estava enganada (ainda bem). Aquela cena não foi so emocionante para mim, via muita gente desacreditada que tbm foi cativados por aquele casal de velhinhos, com tão pouco tempo de vida mais com um amor enorme...
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Nathalia, obrigado por deixar que eu publicasse seu texto.
Timba Alunos, reflita um pouco sobre o amor, veja que o mundo ainda tem jeito...
Saudações Timbalísticas!!!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Linda Mascarenhas

Timba alunos,
Estou colocando aí para vocês um pouco da cultura da nossa Alagoas. Conheça um pouco de Linda Mascarenhas.
BREVE HISTÓRICO DE LINDA MASCARENHAS

Linda Mascarenhas nasceu a l4 de maio de 1895, no bairro da Levada em Maceió. filha de Manuel Casário Mascarenhas e Lourença Vieira Mascarenhas. A pequena família era constituída pelos irmãos Noemia Mascarenhas, profesora de Desenho da Escola de Aprendizes Artifícies; Ajalmar Mascarenhas, marechal do ar; Osman Mascarenhas, general do Exército e EdgarMascarenhas, médico.
Aos 5 anos, Linda já sabia ler corretamente. Em Maceió, estudou no Colégio Imaculada Conceição e aos 13 anos iniciou seus estudos na Escola Normal de Maceió. Estudou latim com Cônego Teófanes de Barros, grego com D. Adelmo Machado e alemão com o Sr. Ludwig Deichen. Lecionou francês, inglês, português, se aposentando como Professora Catedrática da Cadeira de lnglês da Escola Normal de Maceió.
Em 1932, colaborou com a Dra. Lily Lages na fundação da Federação, Linda promoveu espetáculos teatrais: Miragem, fantasia e Hotel Manguaba, comédia, de Aldemar de Paiva e Nelson Porto, em 1944; O Mistério do Príncipe e O Herdeiro de Naban, operetas infantis de sua autoria, com música e regência do Prof. Luiz Lavenére em 1946 e 1950, respectivamente.
A 23 de outubro de 1944, fundou com Aldemar de Paiva, Nelson Porto e o apoio das sócias da Federação, o Teatro de Amadores de Maceió, assim denominado a partir de 1954. Linda se dedicou à presidência destes grupos e à direção de cena em substituição a Lima Filho.
Com a colaboração da ala jovem do Clube de Regatas Brasil(CRB), do ProL Luiz Lavenére e de jovens da sociedade maceioense, Linda fundou a 12 de outubro de 1955, a Associação Teatral das Alagoas (ATA) e foi aclamada presidente perpétua. Na ATA ela dá continidade a seus trabalhos de diretora de cena, dramaturga e em 1956 estréia como atriz, interpretando
Lizaveta na peça O Idiota, de Léo Vitor, baseado no romance homônimo de Dostoiewki, sob a direção de Heldon Barroso.
Em 1956. promoveu pela ATA o Primeiro Concurso Peças Teatrais realizado em Alagoas. Seguindo o exemplo do movimento teatral de Recife, fundou a Associação dos Cronistas Teatrais de Alagoas(ACTA), em 1958; na década de 70 integrou as comissões de fundação da Federação Alagoana de Teatro Amador (FATA) e do Grupo Literário de Alagoas(GLA). Linda Mascarenhas, além da liderança exercida no movimento de teatro amador de Maceió, atuou em festivais de teatro realizados no Nordeste, Rio de Janeiro e Paraná. Nestes, conquistou reconhecimento por sua dedicação ao teatro e se destacou Como atriz, diretora personalidade do Movimento Amador de Teatro Nacional. No âmbito do teatro realizado em Maceió, enfrentou preconceitos morais e de classe social, implantou a prática do teatro em "arena", com Eles Não Usam Black Tie, de Guarniere, em 1961. Linda iniciou no palco incontáveis atores amadores que exercem papéis significativos na cidade. Sua vida sempre esteve ligada ao palco, à juventude das Alagoas, à religião católica. Linda exerceu papéis de destaque na Ação Católica de Maceió. A última personalidade que Interpretou foi Zulina, na comédia Fazendo chuva, de Homero Calvacante, em 1983, sob a direção Lauro Gomes. Linda faleceu no dia 9 de Junho de 1991, deixando como herança para os sócios da ATA uma história de dedicação e sonhos; e para a sociedade alagoana, o seu exemplo de trabalho, honradez e amor às Alagoas.
Hoje o dia foi cansativo demais. Acordei cedinho, fui ao Santa Úrsula, fiz departamento e dei duas aulas, foi proveitoso. A Timba Aluna Débora - 1º Ano B - acertou o desafio que deixei na aula anterior (Parabéns Débora).De lá fui ao IBC e dei mais uma aula (Literatura), lá revivemos um pouco Semana de Arte Moderna, reencontramos Mario e Oswald de Andrade e Manuel Bandeira (A aula foi divertida demais).
No horario da tarde voltei para o IBC e dei duas aulas de Gramática para os Timba alunos do Preparatório para o CEFET (Poxa, gosto demais deles!!!).
O dia está no final, mas o cansaço é válido porque sei que consegui mais uma vez contribuir com a formação cultural do meu Estado.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Dica para Timba Alunos 1º Ano B

E aí Timba alunos!!! Conseguiram identificar o nome do personagem que usava algumas palavras como se fossem advérbios de modo?
Aí vão algumas dicas: A novela se passou entre janeiro e outubro de 1973.
Foi escrita por Dias Gomes.
O personagem era prefeito da cidade de Sucupira
O ator protagonista era alagoano.
Pergunte a sua timba mãe, com certeza ela sabe...

segunda-feira, 28 de julho de 2008

DICAS DE GRAMÁTICA

Timba aluno, se liga na dica, Pois o PSS está chegando!!!

O sujeito é indeterminado se:

O verbo estiver na terceira pessoa do plural e não houver sujeito expresso na oração, nem for possível identificá-lo pelo contexto:

EX.: Telefonaram para você
Chamaram o Timbaleiro.
Brigaram no carnaval.

O verbo estiver na terceira pessoa do singular e for seguido do índice de indeterminação do sujeito se:

EX.: Acredita-se no valor dos alunos.
Precisa-se de namoradas.


Oração Sem Sujeito : É toda oração na qual há um verbo que repele sujeito (que traz verbo impessoal), ocorrendo nas seguintes circunstâncias:

a) Quando o verbo haver significa existir:

EX.: Há muita gente no bloco.
Havia dez alunos no 3º ano.

b) Quando os verbos haver e fazer indicam tempo transcorrido

EX.: Já faz sete anos que Jorge Amado morreu.
Não o vejo há anos.
c) Quando o verbo ser aparece em construções indicativas de tempo.

EX.: Será cedo?
São oito horas.
É uma hora.

d) Quando os verbos indicam fenômenos da natureza (amanhecer, chover, ventar etc.)

EX.: Choveu muito no último carnaval.
Anoiteceu de repente.



Final de Semana

TIMBA ALUNOS, O final de semana passou muito rápido, ainda bem que pude ficar ao lado de pessoas maravilhosas. Resolvi ir à terra de Iracema (A Virgem dos Lábios de Mel),fui ao Fortal para fechar o ciclo de Micaretas pelas capitais nordestinas.
Lá reencontrei Lucélia, Carla Mariana, Bruna,Duda... enfim,pessoa que sempre estão ao lado da Timba.
Poxa como é bom poder curtir cada carnaval desse nos finais de semana, poxa como é bom poder sentir a alegria de cada pessoinha que encontro no meio da multidão.Cada momento desse que passo no meio do povo percebo que esta terra chamada Brasil é maravilhosa... "Obrigado Portugueses por tê-la encontrado para nós!!!"
Tentei até me comportar, mas como sempre não consigo, juro que tento,mas meu lado maluco e moleque fala mais alto.
Gostei muito da organização do Fortal.Adorei uma coisa: lá a pipoca paga para ver a festa. rsrsrsrsrsrsrsrsrs. Jaguar Rasan e Laurinha Nogueira, vocês fizeram falta lá minhas pretas.
Mas como diz o pobre: "Tudo que é bom dura pouco." A festa acabou e tive que voltar para casa para retomar a rotina de trabalho, mas ainda bem que faço do meu trabalho uma festa, até porque gosto demais do que faço.Saudações Timbaleiras a todos!!!